Os seus números, com a conta certa por baixo.
Diária média sem A&B. Venda direta medida por origem, não por quem digitou. Pick-up que fecha por construção. É o que o relatório do seu PMS não te dá — e é o que decide tarifa.
Você entrega mais do que cobra. A nota está acima do preço relativo: há espaço para subir tarifa antes de perder posição.
Três perguntas que o seu hotel já faz.
E hoje responde no chute.
Cada módulo responde a uma delas com regra escrita — a definição do indicador não muda quando o PMS muda. O parser muda; a conta, não.
A tarifa começa no custo.
Cada categoria entra com o custo direto da diária. Abaixo dele não se vende — e a escada de BAR é dimensionada ao porte: cerca de 4 degraus numa pousada de 20 UHs, 8 ou mais num hotel de 120.
- ›Ponto de equilíbrio e tarifa mínima viável calculados
- ›Planos Flex, Não Reembolsável, Corporativo, Grupos e Operadoras — todos derivados da tarifa direta
- ›Simulação do impacto na receita antes de a tarifa ir ao ar
Manual de Criação de Tarifário, v1.4 — 32 páginas. Incluso, nunca cobrado à parte.
Tela real da plataforma. Números de exemplo — os do seu hotel aparecem aqui a partir do primeiro relatório carregado.
Resultado se lê contra o mercado.
Não contra a meta, nem contra a lembrança do ano passado. Três índices dizem onde o seu hotel está — e a Matriz de Valor diz se o preço é coerente com o que a casa entrega.
- ›MPI ocupação relativa · ARI diária relativa · RGI os dois juntos
- ›Matriz de Valor — preço relativo contra nota relativa, com a diagonal de Fair Value
- ›100 é a média do mercado; de 97 a 103 é ruído, e ruído não vira decisão
Quem lança o preço dos concorrentes é o hotel. A Alavanca define o comp set na ativação e entrega a tela pronta; a coleta diária é operação da casa, em qualquer plano — inclusive na Gestão. Na maioria dos hotéis quem já levanta esses números é a auditoria noturna.
Tela real da plataforma. Números de exemplo — os do seu hotel aparecem aqui a partir do primeiro relatório carregado.
A sua diária média, corrigida.
O relatório do PMS soma tudo: hospedagem, A&B, no-show, late check-out. A diária média sobe sozinha e o hotel se compara ao mercado com um número inflado.
- ›ADR e RevPAR de hospedagem pura — A&B sempre fora
- ›Venda direta por origem, que o sistema preenche, e não por segmentação, que é pessoa que digita
- ›Forecast com pace e Pick-up decomposto, com a conta fechando
Variantes por PMS: HITS, Desbravador e ERBON. A leitura do arquivo muda; a definição do indicador não.
Tela real da plataforma. Números de exemplo — os do seu hotel aparecem aqui a partir do primeiro relatório carregado.
Quanto o seu hotel paga de comissão por ano?
Três controles e você descobre o tamanho do problema — e da oportunidade. É a mesma conta que o Raio-X faz, só que com os seus dados reais em vez de estimativa.
Os números do seu hotel
15% é a comissão padrão da Booking. 18% é a Preferencial no Brasil desde 01/07/2026. 22% é o teto de quem soma programas de visibilidade.
Comissão paga por ano
R$ 194 mil
Migrando 20% dessas reservas para o canal direto, você retém cerca de R$ 39 mil/ano — antes de qualquer ganho de diária.
Estimativa simplificada sobre receita de hospedagem, com comissão incidindo só sobre a parcela intermediada. O diagnóstico usa o relatório do seu PMS e a auditoria de paridade dos seus canais.
Tarifa, distribuição, demanda.
Inverter custa dinheiro.
Como no jiu-jitsu — a arte do fundador, faixa preta — a finalização vem depois da posição. Tráfego pago antes de tarifa estruturada queima verba num funil que não converte.
Raio-X
Mix de canais, custo real por origem, estrutura de tarifa, auditoria de paridade e 12 meses de ADR, ocupação e RevPAR. Termina em documento, não em demonstração de software.
"Onde está a perda?"
Tarifa estruturada
Categorias com custo direto na conta, escada de BAR, regras de flutuação e planos. O piso vem do custo; o teto, do mercado; a data, da demanda.
"Quanto eu deveria cobrar?"
Distribuição
Comp set real, paridade estratégica e venda direta medida por origem. O intermediado nunca mais barato que o seu canal próprio.
"Eu fui bem, ou o mercado foi?"
Demanda qualificada
Google Ads, Google Hotel Ads e Meta Ads, sempre depois de um estudo de público-alvo. No caso de referência, o Google entrou no 7º mês.
"De onde vem a receita?"
A versão completa são 8 pilares — diagnóstico, tarifário elástico, distribuição, flutuação, integração operacional, análise, clube de fidelidade e geração de demanda — com cadência diária de pick-up, semanal de OTB, quinzenal de segmentação, mensal de comparativo e trimestral de revisão. Cada módulo vem com o manual do método em PDF: se a parceria terminar, o critério de decisão continua na casa.
A plataforma tem preço. A direção tem diagnóstico.
O software você assina sabendo quanto custa, hoje, nesta página. O trabalho de revenue management depende do que o Raio-X encontrar na sua operação — e número antes de diagnóstico é chute.
A plataforma · assinatura mensal por propriedade · preço nacional, o mesmo para o Brasil inteiro
Direção e operação · o valor sai depois do Raio-X, porque depende do que ele encontrar
R$ 1.800, valor único para qualquer porte. Diagnóstico pago, entregue em documento: mix de canais, custo real por origem, estrutura de tarifa, auditoria de paridade e 12 meses de ADR, ocupação e RevPAR — com um plano de ação priorizado por impacto. O documento é seu mesmo que a conversa pare ali.
O que a Alavanca não é.
Seis coisas que a Alavanca não faz. Se alguma delas for eliminatória para o seu hotel, é melhor você descobrir agora — e não depois de assinar.
Um ano de método,
em três números.
Hotel de porte médio no Rio de Janeiro. Escopo: revenue management, distribuição e Google Ads — ligado só no 7º mês, depois de seis meses de base.
Cliente não nomeado, por contrato e por respeito — o mesmo cuidado que o seu hotel teria aqui. Resultado de um hotel não é promessa para outro: porte, praça, sazonalidade e ponto de partida mudam tudo. A projeção da sua casa só existe depois do Raio-X. O que este caso prova é que o método sai do papel — mesma casa, mesma equipe, mesma localização; o que mudou foi o critério de decisão.
O que todo hoteleiro pergunta.
A ferramenta muda o preço sozinha? Integra com o meu PMS?
Quem lança o preço dos concorrentes?
Quanto custa? Tem fidelidade?
Quanto um hotel independente paga de comissão para OTAs?
Funciona para pousada ou hotel pequeno?
O Raio-X é de graça?
Em quanto tempo aparecem resultados?
Vocês guardam dados dos meus hóspedes?
Vocês trabalham com o meu concorrente?
Comece pelo Raio-X.
Preencha em um minuto. A conversa abre no WhatsApp do fundador com o seu resumo já montado — sem passar por atendimento genérico.
Perguntamos o PMS e o channel manager porque esse é o critério real de elegibilidade: sem os dois ativos, o método não roda, e é melhor você saber disso antes de pagar qualquer coisa.